Um diplomata americano disfarçou-se de turista coreano para investigar um centro de criação de tigres no sudeste da China, onde viu animais a serem chicoteados, para que protagonizassem “procissões de casamentos”, e mortos para serem utilizados na medicina tradicional, segundo documentos secretos revelados esta semana pelo Wikileaks.
Na sequência desta visita de Xiongsen, o governo americano foi informado das dúvidas quanto aos esforços da China para a conservação da vida animal. A investigação surgiu na sequência de uma série de notícias na imprensa estrangeira, na primavera de 2007, alegando que a quinta visitada pelo diplomata americano servia carne de tigre no seu restaurante e vendia vinho de osso de tigre na loja, adianta o jornal Guardian.
Num telegrama enviado a partir do consulado dos EUA em Guangzhou, o diplomata relata que inicialmente foi os funcionários da quinta o olharam com desconfiança. Mas depois de os ter convencido de que era coreano, tornaram-se ansiosos por fazer negócio.
“Disseram que os coreanos estão entre os compradores mais entusiastas da bilis do urso preto e do vinho do tigre”, escreveu. Cada garrafa custa entre 8 e 96 euros.
Xiongsen contou ainda que viu na quinta – onde vivem mais de mil tigres – um destes animais a matar um boi dentro de uma jaula de treino, onde alegadamente os animais são treinados para poderem regressar ao estado selvagem.
Quatro anos depois, as preocupações mantém-se actuais. Relatórios datados do início deste ano dão conta de a população de tigres desta quinta tem aumentado e que os problemas orçamentais permanecem, pelo que há falta de alimentos para os animais.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Los Angeles proíbe venda de animais de estimação nas lojas
O município de Los Angeles, nos Estados Unidos, aprovou ontem, por unanimidade, a comercialização da criação de cães de raça, gatos, galinhas e coelhos, segundo o site Examiner.com e a sua venda em lojas de animais. Pelo contrário, as associações terão a oportunidade de poderem lançar campanhas de adopções de animais abandonados nessas lojas. A Câmara deu já instruções ao Departamento de Serviço Animal para começar a redigir a lei.
Os deputados municipais consideram que, desta forma, cada vez mais animais abandonados conseguirão arranjar uma nova família, e evitar-se-á que consumidores menos informados comprem cães criados em quintas sem as mínimas condições.
Segundo o mesmo site, os cães criados nessas quintas sofrem de inúmeros problemas de saúde, muito devido ao tratamento que lhes é dado.
Os deputados municipais consideram que, desta forma, cada vez mais animais abandonados conseguirão arranjar uma nova família, e evitar-se-á que consumidores menos informados comprem cães criados em quintas sem as mínimas condições.
Segundo o mesmo site, os cães criados nessas quintas sofrem de inúmeros problemas de saúde, muito devido ao tratamento que lhes é dado.
Parlamento holandês aprovou proibição de abates rituais
O parlamento holandês aprovou, na terça-feira, um projecto-lei que proíbe o abate ritual de animais, debaixo de uma forte contestação por parte das comunidades judaica e muçulmana do país, mas terá deixado uma folga que possibilitará a continuação dessa prática, segundo a Reuters.
O projecto-lei, apresentado pelo Partido dos Animais (a primeira organização partidária do género a conseguir representação parlamentar na Europa), passou na Câmara Baixa do Parlamento, com 116 votos a favor e 30 contra. Contudo, para ter força de lei tem que ser aprovado pelo Senado.
O documento agora aprovado determina que os animais devem ser adormecidos antes de serem sacrificados, contrariando o que está escrito nas leis muçulmana e judaica, que exige que os animais estejam totalmente conscientes durante o ritual de abate.
“Esta maneira de matar provoca uma dor desnecessária ao animal. A liberdade religiosa não pode ser ilimitada”, defendeu Marianne Thieme, do Partido dos Animais, antes da votação. “Para nós, a liberdade religiosa pára onde o sofrimento humano ou animal começa”.
Numa rara demonstração de união, as comunidades judaica e muçulmana na Holanda (respectivamente, 400 mil e um milhão) condenaram esta proibição considerando-a uma violação da sua liberdade religiosa.
“O simples facto de esta questão estar a ser discutido é dolorosa para a comunidade judaica”, disse, à Reuters, o rabino Binyomin Jacobs. “Aqueles que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial lembram-se que a primeira lei feito pelos alemães na Holanda foi a proibir o modo judaico de matar os animais”.
O projecto-lei, porém, continua a permitir aos grupos religiosos essa prática desde que provem que o animal não sofre, mas não esclarece de que forma isso pode ser feito. “Isso é completamente impossível de provar”, sublinha Binyomin Jacobs. “Não podemos perguntar ao animal como se sentiu depois dele ter morrido”.
Os regulamentos da União Europeia exigem que os animais sejam atordoados antes de serem mortos, à excepção dos abates rituais por determinação do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que os consideram um direito religioso. Os defensores dos direitos dos animais continuam a defender que se trata de um acto desumano
O projecto-lei, apresentado pelo Partido dos Animais (a primeira organização partidária do género a conseguir representação parlamentar na Europa), passou na Câmara Baixa do Parlamento, com 116 votos a favor e 30 contra. Contudo, para ter força de lei tem que ser aprovado pelo Senado.
O documento agora aprovado determina que os animais devem ser adormecidos antes de serem sacrificados, contrariando o que está escrito nas leis muçulmana e judaica, que exige que os animais estejam totalmente conscientes durante o ritual de abate.
“Esta maneira de matar provoca uma dor desnecessária ao animal. A liberdade religiosa não pode ser ilimitada”, defendeu Marianne Thieme, do Partido dos Animais, antes da votação. “Para nós, a liberdade religiosa pára onde o sofrimento humano ou animal começa”.
Numa rara demonstração de união, as comunidades judaica e muçulmana na Holanda (respectivamente, 400 mil e um milhão) condenaram esta proibição considerando-a uma violação da sua liberdade religiosa.
“O simples facto de esta questão estar a ser discutido é dolorosa para a comunidade judaica”, disse, à Reuters, o rabino Binyomin Jacobs. “Aqueles que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial lembram-se que a primeira lei feito pelos alemães na Holanda foi a proibir o modo judaico de matar os animais”.
O projecto-lei, porém, continua a permitir aos grupos religiosos essa prática desde que provem que o animal não sofre, mas não esclarece de que forma isso pode ser feito. “Isso é completamente impossível de provar”, sublinha Binyomin Jacobs. “Não podemos perguntar ao animal como se sentiu depois dele ter morrido”.
Os regulamentos da União Europeia exigem que os animais sejam atordoados antes de serem mortos, à excepção dos abates rituais por determinação do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que os consideram um direito religioso. Os defensores dos direitos dos animais continuam a defender que se trata de um acto desumano
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
COMUNICADO DO PAN SOBRE O ABANDONO DE ANIMAIS
Estamos no Verão, em período de férias e, como acontece todos os anos, muitos animais são abandonados por quem antes os acolheu. As associações de defesa dos animais e os canis/gatis municipais já começam a sentir os efeitos destas acções lamentáveis, agravados por vivermos num período de “crise”.
É inaceitável abandonar um animal em tudo semelhante a nós na capacidade de sentir prazer e dor, físicos e psicológicos, de ter emoções e percepções de bem e mal-estar. É inaceitável abandonar um animal que se afeiçoou a um ser humano ou a uma família, habituando-se a ter um lar, alimento e companhia. É inaceitável abandonar à fome, à sede, aos maus-tratos e à morte quem nos ofereceu o seu amor incondicional e o benefício da sua companhia durante muito tempo e subitamente é tratado como uma coisa e como lixo, só para alguém passar uns dias sem o trabalho de o cuidar. É inaceitável esta conduta irresponsável, leviana e criminosa.
O PAN luta por uma política de adopção responsável e pela alteração do estatuto do animal no Código Civil, de modo a que os maus-tratos e abandonos sejam efectivamente vigiados, detectados e punidos. Todavia, mesmo quando a lei for alterada, sabemos que uma parte essencial da solução passará sempre pela tomada de consciência de que os animais não são objectos inanimados, que possamos usar enquanto nos dão prazer e depois deitar fora. É fundamental sensibilizarmos todos aqueles que têm ou consideram ter animais de companhia para este facto.
O PAN apela a toda a população para que não abandone os seus animais de companhia, vigiando e denunciando às autoridades competentes (PSP ou GNR) todos os abandonos. A crise que atravessamos não é apenas económico-financeira, mas, mais profundamente, uma crise de valores éticos. Sem uma ética da responsabilidade, que abranja humanos, não-humanos e todo o planeta, não é possível sairmos do momento difícil que atravessamos, em Portugal e no mundo.
Não abandonem os vossos animais! Abandonar um animal e tratá-lo como lixo é abandonar e tratar como lixo a nossa própria humanidade.
O Partido pelos Animais e pela Natureza
É inaceitável abandonar um animal em tudo semelhante a nós na capacidade de sentir prazer e dor, físicos e psicológicos, de ter emoções e percepções de bem e mal-estar. É inaceitável abandonar um animal que se afeiçoou a um ser humano ou a uma família, habituando-se a ter um lar, alimento e companhia. É inaceitável abandonar à fome, à sede, aos maus-tratos e à morte quem nos ofereceu o seu amor incondicional e o benefício da sua companhia durante muito tempo e subitamente é tratado como uma coisa e como lixo, só para alguém passar uns dias sem o trabalho de o cuidar. É inaceitável esta conduta irresponsável, leviana e criminosa.
O PAN luta por uma política de adopção responsável e pela alteração do estatuto do animal no Código Civil, de modo a que os maus-tratos e abandonos sejam efectivamente vigiados, detectados e punidos. Todavia, mesmo quando a lei for alterada, sabemos que uma parte essencial da solução passará sempre pela tomada de consciência de que os animais não são objectos inanimados, que possamos usar enquanto nos dão prazer e depois deitar fora. É fundamental sensibilizarmos todos aqueles que têm ou consideram ter animais de companhia para este facto.
O PAN apela a toda a população para que não abandone os seus animais de companhia, vigiando e denunciando às autoridades competentes (PSP ou GNR) todos os abandonos. A crise que atravessamos não é apenas económico-financeira, mas, mais profundamente, uma crise de valores éticos. Sem uma ética da responsabilidade, que abranja humanos, não-humanos e todo o planeta, não é possível sairmos do momento difícil que atravessamos, em Portugal e no mundo.
Não abandonem os vossos animais! Abandonar um animal e tratá-lo como lixo é abandonar e tratar como lixo a nossa própria humanidade.
O Partido pelos Animais e pela Natureza
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Dia 18 Junho - Cordão Humano na Marginal

Cordão humano contra o abate de animais no concelho de Oeiras
Dia 18 de Junho - a Marginal vai estar encerrada à noite porque a CMO desenvolverá aí um evento. De certeza que vai estar muita gente. É a oportunidade que nós temos de mostrar a essas pessoas, durante o período das Festas de Oeiras, a nossa indignação pela forma como os animais continuam a ser tratados neste Concelho.
Num concelho onde os humanos gostam tanto de viver é imperioso que os outros animais também sejam tratados com respeito.A ideia é, nesse dia, fazermos um cordão humano na marginal, para isso precisamos de muita adesão.
O encontro será às 21h15m em frente ao Mc Donalds (no jardim que fica aí em frente).
É muito fácil para quem vier de comboio, sair na estação de Sto. Amaro de Oeiras para o lado mar, descer a rua e vêem logo o Mc Donalds à vossa direita.
Sugerimos que levem roupas verdes e pretas, verde pela esperança que temos de que os animais venham a ser bem tratados, preto de luto, pela forma como Oeiras continua a abater indiscriminadamente.
Sábado, 18 de Junho · 21:30 - 23:30
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vigilia no Campo Pequeno - 3 de Junho

Hoje e amanhã o PAN vai realizar diversas iniciativas em vários distritos, nos dois últimos dias da campanha eleitoral. Das quais destacamos o 1º Festival PAN, hoje às 19h00, no Largo de Camões.
Amanhã sexta-feira pelas 21 horas, contamos também contigo para uma vigília em torno da praça de touros do Campo Pequeno, em memória das vítimas de todas as formas de violência, humanos e não-humanos. Traz uma vela.
Amanhã sexta-feira pelas 21 horas, contamos também contigo para uma vigília em torno da praça de touros do Campo Pequeno, em memória das vítimas de todas as formas de violência, humanos e não-humanos. Traz uma vela.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
1º Festival PAN
Quinta-feira, 2 de Junho19:00 - 22:00
Local: Lg. Camões, Lisboa
Criado por:
Local: Lg. Camões, Lisboa
Criado por:
Partido pelos Animais e pela Natureza
Muita música e animação, com a participação de:
Muita música e animação, com a participação de:
Vítor Rua;
Jangada;
La Chanson Noire;
Uni_Form;
VJ Filipe Nabais;
DJ Nuno Calado
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